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Affichage des articles du avril, 2013

Amigo

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faz de conta que não viu meu semblante mudar e tão simplesmente mais que de repente tão leve quanto o ar sai de ti aquela palavra tímida, quase silenciosa mas entre tantas, digo que é sempre bem vinda entre tantos devaneios que me procuram que me perseguem que me seduzem procuro uma saída alternativa de vida e diante daquela escuridão sou guiado aos teus conselhos escuto e então percebo cresço, quando de ti recebo aquilo que me eleva e me ergue perante tudo ritmando meu mundo amigo, isto é você isto é ser amigo, na verdade amor é você

Enganos cotidianos

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fico no digo ou não digo apenas me omito tento dizer com o olhar mas nunca é o suficiente tenho palavras reticentes pareço inconsistente pois paraliso, e de fato aquilo que quero no ato não consigo falar me admiro que ainda tente pois parece que tal semente mal a terra tocou e em seu coração ainda não semeou vivo na dúvida nos enganos sempre cotidianos esperando um sinal vento, ventania, temporal algo que me dê esperança que me faça criança e que no final realize meu desejo banal que nasça cresça e apareça saia da sombra do silêncio e ganhe o som, a luz e eu enfim me declare por aquela que me seduz

Amigo vento

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era simplesmente manhã e diante daquela janela entre vigas e ferrolhos movimentos num momento abri o mundo diante de mim mas não, não buscava nem tão pouco sonhava com toda aquela vastidão mas sim, a dita solidão movimentos, eu no relento em busca de um sentimento daquele específico movimento queria o vento querido vento não por poesia ou descrição perseguia emoção, lembranças e coração e assim, fechei os olhos bem fechados, cerrados apenas fugir dali e voltar ao momento reviver aquele movimento simples, singelo, banal para mim, defino: genial em que teus dedos corriam e deslizam entre meus cabelos como uma pura criança em meio aos vastos campos de algodão banhada pelo sol quente do verão amigo vento, devolva-me pois naquele instante todo o mais tornava-se irrelevante