Mundo de Platão - Versículo 4 - O andar
estranho, muito estranho o que foi posto falar desde cedo, aos seus pais fez gosto mas por outro lado algo faltava pois o tal do menino não andava sem preocupação ou esforço não demonstrava ao menos um esboço prefiria perder o tempo em sua distração deslumbrado, estava sempre ao chão com algo familiar ao alcance da sua mão um brinquedo, fantoche, não e não inusitado, pois carregava livros pelo sertão lactante ainda deslumbrava-se com figuras ilustrações de outros mundos trazia ternura não se importava com poeira ou rasuras pois a excencia era sua verdadeira procura traços que ao seu redor o deixavam melhor sem eles o mundo parecia triste, pior estava preso aquele mundo das letras se assim ficasse seu destino seriam muletas nem um passo dado, nem um passo conquistado secos e imóveis ficavam seus lábios estradas corridas em seus alfarrábios o tempo passava como as páginas viradas mas caminharia de fato pelas outras estradas? um dia seus gigantes bolaram um pl...